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06/12/2018

Preços praticados pela Cegero, após regularização, estão entre os mais baratos do Brasil

Em reunião realizada no dia 27/11/2018, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou as tarifas iniciais da Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero (Cegero), a vigorar de 1º de dezembro de 2018 a 29 de setembro de 2019. A boa notícia é que das 115 distribuidoras do Brasil, o preço praticado para os consumidores de Alta Tensão (Indústrias) se tornou o mais barato do país e para os de Baixa Tensão (residências, comércios, pequenas empresas) o terceiro melhor preço praticado.

 

Os números apontam que os preços praticados pela Cegero chegam a ser em média 40% inferiores aos praticados por inúmeras distribuidoras do estado de Santa Catarina e do Brasil.

 

Com a homologação das tarifas, a partir de 1º de dezembro, os consumidores de maneira geral sentirão uma redução média de 3,10%, sendo 3,42% para os consumidores de Baixa Tensão (Residências, comércios e pequenas empresas) e 2,97% para os consumidores de Alta Tensão (Indústrias). A partir desse momento, os próximos reajustes tarifários sempre ocorrerão anualmente, no dia 30 de setembro de cada ano.

 

Efeito tarifário médio a partir de 1º de dezembro de 2018
Classe Residencial baixa renda: Redução de 14,18%
Classe Residencial, comercial e demais classes: Redução de 1,45%
Classe Rural: Redução de 11,05%
Classe Industrial Alta Tensão: Redução de 2,97%

 

As conquistas as quais beneficiarão os associados/consumidores, são resultados de muito trabalho e esforço da Cegero, para que as metodologias aplicadas na definição das tarifas pela Aneel fossem as mais justas e equilibradas. Caso a Cegero não tivesse uma atitude firme na negociação com a Aneel, as tarifas praticadas a partir de 2018, teriam um efeito médio de 67,68% de reajuste (74,49% na Alta Tensão e 53,02% na Baixa Tensão). “A Cegero, contando com o apoio da Federação das Cooperativas de Energia de Santa Catarina (Fecoerusc), Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) liderou os estudos das 14 cooperativas enquadradas, sugerindo propostas de aperfeiçoamento das metodologias, com defesas técnicas e bem embasadas, fundamentais para que os resultados positivos fossem alcançados. Se isso não tivesse sido feito, teríamos um aumento médio de 67,68% em 2018, vindo a prejudicar consequentemente o desenvolvimento socioeconômico da região. Foram 11 meses de muito estudo, dedicação, reuniões técnicas em Brasília e melhorias internas promovidas através do Conselho Administrativo, para que no final chegássemos a esse êxito. Toda a equipe técnica da Cegero está de parabéns pelos resultados alcançados”, enfatiza o Coordenador de Regulação da Cegero Flávio Schlickmann.

 

O presidente da Cegero, Francisco Niehues Neto, diz que é importante os sócios estarem conscientes do empenho do atual Conselho Administrativo, que tomou a decisão de realizar uma gestão técnica e enxuta, focada em estar entre as três melhores Cooperativas de energia elétrica do Brasil em termos de qualidade, confiabilidade, competitividade e cooperativismo, visando assim, o desenvolvimento socioeconômico da região. “Aproveito para agradecer a todos os membros do Conselho e os funcionários que estão empenhados para que nossa Cegero tenha um futuro promissor e os sócios continuem sendo os mais beneficiados”, ressalta. Ele completa dizendo que os valores conquistados nas tarifas são importantes para que a área de abrangência continue seu desenvolvimento, atraindo novas empresas, novos investimentos, com geração de emprego e renda. “Cada ano são novos negócios surgindo na área da Cegero pelo fato de nossas tarifas serem altamente atrativas e isso fomenta a economia local”, resume o presidente.       

 

Detalhes dos preços e tarifas praticadas podem ser confirmados no site da Aneel através da resolução homologatória nº 2.487/2018:

 

http://www2.aneel.gov.br/cedoc/reh20182487ti.pdf

 

http://www.aneel.gov.br/ranking-das-tarifas